sexta-feira, 18 de março de 2011

"Dia da Umbanda e das regiões Afro-brasileiras de Belém e do Estado do Pará"

Nesta sexta-feira, 18, às 16h, a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (SEJUDH), participa da "Homenagem às Iyás e Iyalodês", que traz roda de conversa, palestras e cineclube. O evento faz parte da programação que celebra o "Dia da Umbanda e das regiões Afro-brasileiras de Belém e do Estado do Pará", e será realizado no Instituto Nangetu de Tradição Afro-religiosa e Desenvolvimento Social.

O dia 18 de março foi legitimado, por meio de lei municipal e estadual, e registra a luta de Mãe Doca, que enfrentou, no início do século XX, ameaças policiais de repressão às cerimônias afro-religiosas. Mesmo sofrendo ameaças, Mãe Doca continuou cultuando Deuses africanos e indígenas. A data tornou-se sinônimo de preservação cultural, religiosa e de diversos conhecimentos tradicionais. Além disso, o dia relembra a longa historia de resistência contra a intolerância e preconceitos sofridos pelos praticantes dessa religião.

A SEJUDH, por meio da Coordenadoria Estadual de Políticas Públicas de Igualdade Racial, apoia eventos como esse, e segue amparando as causas dos povos minoritários.

VAMOS A REFORMA JÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Pense nessa análise financeira,não será a hora  da tão Reforma Tributária no BRASIL, REFORMA JÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
SAIBA A DIFERENÇA ENTRE POUPAR 100 REAIS E  DEVER 100 REAIS PELO MESMO TEMPO.

NO ATUAL SISTEMA TRIBUTÁRIO E FINANCEIRO NO BRASIL,

Se um correntista tivesse depositado R$ 100,00 (Cem Reais) na poupança em qualquer banco, no dia 1º de julho de 1994 (data de lançamento do Real), teria hoje na conta a
FANTÁSTICA QUANTIA de R$ 374,00(Trezentos e Setenta e Quatro Reais).

Se esse mesmo correntista tivesse sacado R$ 100,00 (Cem Reais) no Cheque Especial,
na mesma data, teria hoje uma pequena dívida de R$139.259,00 (Cento e Trinta e Nove Mil e Duzentos Cinqüenta e Nove Reais), no mesmo banco.
Ou seja: com R$ 100,00 do Cheque Especial, ele ficaria devendo 9 Carros Populares, e com o da poupança,
conseguiria comprar apenas 3 pneus.
Não é à toa que o Bradesco teve quase R$
2.000.000.000 (Dois Bilhões de Reais) de lucro liquido somente no 1º semestre, seguido de perto do Itaú e etc...

Dá para comprar um outro banco por semestre!

E os juros exorbitantes dos cartões de crédito?

VISA cobra 10,40 % ao mês
CREDICARD cobra 11,40 % ao Mês.
Em contrapartida a POUPANÇA oferece 0,62 % ao mês.

Campanha pela Reforma Tributária e Financeira no Brasil, já!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Jacundá: o grande celeiro de craques

O município de Jacundá continua sendo um celeiro de craques, não havendo maior destaque devido a falta de patrocínio financeiro, o que faz com que inúmeros talentos fiquem no anonimato e, com isso, quem perde são os nossos jovens que não conseguem realizar os seus sonhos por absoluta falta de quem acredite e invista para que o nome do município se destaque em outras regiões.

Para suprir essa “deficiência financeira”, o prefeito Dino Altoé resolveu firmar parceria com a Escola de Futebol Zico 10, cujos coordenadores das equipes de base são Genival Dias de Matos, o popular Caçula, e o Antônio de Sá, o Neném, que estão felizes em poder encaminhar para o estado de Goiás, as atuais revelações que são os jovens Erisvam Macêdo da Silva, filho de Edivan Batista da Silva e Eliene da Luz Macêdo, que atua na meia esquerda, e Bruno Cabral Reis, filho de Marquiel Mesquita Reis e Sandra Cabral Reis, que atua na posição de goleiro.

Segundo observou Caçula “é preciso agradecer ao prefeito Dino o apoio aos jovens da Escola Zico 10 que hoje podem mostrar as suas qualidades, conseguindo a merecida oportunidade em outros centros mais desenvolvidos. O município de Jacundá já “mandou” diversos atletas para outros municípios e estados da federação, mostrando que possui uma fonte inesgotável de talentos.

O nosso trabalho é desgastante e requer muita paciência, mas a alegria contagia o nosso coração, ao saber que um atleta está indo buscar novos horizontes, quem sabe, podendo consolidar uma brilhante carreira e poder se profissionalizar”, concluiu Caçula.

O prefeito Dino Altoé estava bastante eufórico com a viagem dos novos talentos, dizendo que “é gratificante testemunhar o brilho de alegria e esperança estampado nos olhos desses jovens, a prática do futebol tem por objetivo ocupar a ociosidade de nossos adolescentes.

Quando fui procurado para firmar a parceria com a Escola Zico 10, não hesitei, vi que ali estava a chance para que dezenas de jovens pudessem optar por essa modalidade esportiva.

Hoje, ao tomar conhecimento de que esses dois meninos vão integrar a equipe do Vila Nova de Goiás, fico convicto de que os nossos jovens são estão precisando de incentivo para mostrar o talento que possuem.
A prefeitura municipal de Jacundá vai intensificar essa parceria, queremos ver os nossos jovens “espalhados” por todo o Brasil, jogando futebol e elevando cada vez mais o nome de nosso município”, resumiu Dino.

Fonte: Jurandir Bahia
www.jacundatudodebom.com.br









terça-feira, 15 de março de 2011

Reforma Tributária: o que o Pará quer ou Pode?

O debate de ontem promovido pelo deputado federal Cláudio Puty, no Sindicato dos Bancários, contou com as exposições de José Raimundo Trindade e José Dasmaceno, ambos ex secretários da SEFA, titular e adjunto, respectivamente, além do próprio deputado.
O debate teve como tema a Reforma Tributária, que provavelmente passará pela comissão técnica que o deputado Puty preside no Congresso Nacional.

O tema, embora muito técnico, agradou os presentes ao evento, mesmo aqueles que não tinham maior domínio sobre o mesmo, se disseram satisfeitos com o nível do debate. A maioria das intervoções da plenária foi no sentido de valorizar a iniciativa do deputado Puty, posto que há grande necessidade de ampliar o conhecimento sobre o assunto, tendo em vista a sua relevância para a sociedade como um todo.
Abaixo reproduzo o artigo de José Damasceno, publicado originalmente no blog Proposta Democrática: Reforma Tributária: o que o Pará quer ou Pode?, que expressa a sua participação no evento.( Fonte:www.vicentecidade21.blogspot.com)

Reforma Tributária: o que o Pará quer ou Pode?

Por José Damasceno*

Início de mandato é um momento diferencial no tempo político. É o momento em que se tem força política e não se tem eleições para criar obstáculos à aprovação de projetos polêmicos, e a reforma tributária é um deles, se não o principal. É o projeto que todos sabem que precisa ser discutido e rapidamente definido novo regime tributário para o país.

É um assunto que incomoda a todos, o setor empresarial reclama que precisa ser construído uma estrutura tributária que crie um ambiente mais competitivo dentro e fora do país; reclama também da tributação excessiva sobre a folha de pagamento, da cumulatividade, da complexidade do sistema tributário. Do lado dos trabalhadores, a excessiva carga tributária sobre a renda e o consumo destoa dos péssimos serviços prestados à população.

Do lado dos Governos, a União se esforça para concentrar receitas em suas mãos e Estados e Municípios lutam para que a partilha da arrecadação federal seja mais justa. Os Estados do sul e sudeste dizem que sustentam economicamente o norte e o nordeste, esses por sua vez, declaram que o Governo Federal prioriza a desoneração tributária e investimentos no centro sul do país. Enfim todos estão descontentes.

Apesar do descontentamento, quase todos são céticos na celeridade da discussão e aprovação da reforma tributária, porém uma hora vai vir, e ao que tudo indica esse é o ano. E a Amazônia e o Pará, o que eles querem na reforma tributária? Qual a reforma tributária que nos interessa? Nossos parlamentares e governantes estão preparados para participar qualitativamente dessa discussão? Vai-se lutar por uma reforma tributária ou uma reforma fiscal? Àquela que envolve não só o que arrecada, como arrecada e quanto arrecada, mas defini também como se reparte o bolo tributário, quais os gastos ficam com quem, União, Estados e Municípios.

Volta e meia vê-se, questionamentos sobre a Lei Kandir, Lei que há quinze anos desonera as exportações da cobrança de ICMS, e a época foi aceita passivamente pelos Estados e hoje deve produzir ao Pará uma perda anual líquida de R$ 1 bilhão, como, esses recursos sofrem vinculações constitucionais, retira dos municípios R$ 750 milhões, da educação R$ 187,5 milhões e R$ 90 milhões.

Nunca, independente de que partido esteja no comando federal, as perdas financeiras oriundas da Lei Kandir forma repostas; no Pará, logo no segundo ano da vigência as perdas líquidas, a preços de hoje, seria algo próximo de R$ 533, milhões. Tem-se que considerar que a recomposição dos valores perdidos, é uma luta inglória, a classe empresarial não aceitaria a revogação da Lei, até porque ela já foi constitucionalizada pela EC nº 42/2003, o que torna tudo mais difícil; e o Governo Federal não vai aportar recursos do seu orçamento para cobrir essas perdas.

Deve-se ainda incorporar a essa discussão os créditos das aquisições de bens de uso e consumo compensáveis de ICMS obtidos no consumo de mercadorias para quitar débitos desse imposto, é um montante expressivo, porém ninguém o sabe com precisão.

No final do ano passado, por pressão dos secretários de fazenda, a utilização desses créditos foi prorrogada pela sétima vez, tendo seu aproveitamento postergado para janeiro de 2020; é evidente que essa postergação e quase insegurança jurídica, pesa no planejamento tributário das empresas e certamente é repassado ao consumidor. Esse elemento tem que ser posto na discussão de uma reforma, seja ela tributária ou fiscal, afinal quando de fato forem efetivado seu aproveitamento, haverá impactos nas finanças de estados e municípios.

É inadimíssivel que uma Lei Federal, apesar de aprovada pelos nossos deputados, adentre na autonomia e competência tributária de outro ente, cause sérios danos ao erário público e consequentemente à população e não haja ressarcimento no mesmo nível, para nós paraenses isso é fundamental que seja colocado na pauta da reforma.

Entre as justificativas para a provação da Lei, e ainda hoje essa idéia é muito forte, era que para crescer e ser competitivo, o país não tinha que exportar tributo, e com a desoneração o aumento da competitividade, as eventuais perdas seriam compensadas pela alteração do perfil das exportações e o conseqüente crescimento econômico. É evidente que a carga tributária é elevada, seja pra consumo interno ou exportação, não se pode negar o fato, entretanto, por si só isso não é determinante para o ganho de competitividade e para o crescimento da economia, deve-se se somar a isso, outros elementos como, o conhecimento, a logística e a diminuição da burocracia.

A ratificação disso é que, em 1997, do total das exportações brasileiras, 27,3% era de produtos básicos, em 2009 sobe para 40,5%; no Pará, nesse mesmo período esse segmento exportado sai de 46,1% para 65,38%, ou seja, a edição da Lei Kandir, apesar do expressivo crescimento das exportações, não trouxe alteração no perfil exportador, pelo contrário, o Brasil e o Pará, continuam elevando as participações dos produtos primários, ou seja, commodities cujos preços são determinados nas bolsas de Londres e Nova Iorque.

Outro ponto que tem que ser objeto de discussão na reforma, é a capacidade e a margem que os Estados têm de expandir, dentro do seu espaço geográfico, as atividades produtivas. Acreditamos que hoje, na Amazônia Legal as unidades de conservação ambiental, ocupam em torno de 50% do seu território; no Pará essa participação dever estar em torno de 60%; são áreas legalmente protegidas e sua exploração econômica é extremamente limitada ou quase inexistente, e devem realmente ser assim, em função da preservação ambiental; entretanto os Estados devem ser de alguma forma compensados, por essa limitação de crescimento de suas economias e conseqüente geração de receitas próprias, isso tem que ser posto nas discussões da reforma tributária e, principalmente, as limitações tributárias por fatores ambientais devem fazer parte das variáveis dos coeficientes de partilha tanto do Fundo de Participação dos Estados, o FPE e dos Municípios, o FPM.

Quanto ao FPE, é importante lembrar que devido Ações Diretas de Inconstitucionalidade – ADINs ajuizadas pelo Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, o Supremo Tribunal Federal – STF, declarou em fevereiro de 2010 a inconstitucionalidade de parte da Lei Complementar 62/89, Lei que define os critérios de rateio do Fundo, mencionando que a mesma só terá validade até 31 de dezembro de 2012, a partir dessa data, os coeficientes, hoje congelados a revelia do Código Tributário Nacional – CTN; ou serão atualizados conforme os Arts. 88 a 90 do CTN, ou terão novas variáveis para a formação do novo coeficiente de repartição entre os Estados da Federação. Se os coeficientes forem simplesmente descongelados e seguir o que emana o CTN, o Pará, segundo algumas projeções, hoje perderia cerca de R$ 350 milhões.

As variáveis consideradas tanto pela LC 62/89 como pelo CTN são: o inverso da renda per capta, população e superfície territorial, ou seja, não há variáveis ambientais, na formação dos coeficientes, elemento que certamente contribuiria para que o Pará não absorvesse mais essa perda dentro do “pacto federativo”.

Outro Ponto que está fora da reforma tributária, mas que pode ser um dos elementos de compensação das perdas da Lei Kandir é a carga tributária sobre a mineração. O Pará é um Estado eminente minerador precisa-se discutir com seriedade e perspectivas de futuro tanto as alíquotas da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais – CFEM, quanto a elevação da participação dos Estados na distribuição dos royalties.

Essas são algumas questões que o Pará deve se apropriar rápida e intensamente, para que no momento das discussões e mobilizações da reforma, seja tributária ou fiscal, não ficar à margem do dito pacto federativo, e eternamente se lastimando de ter perdido o trem da história.

* José Damasceno é Economista da Secretaria de Fazenda do Estado do Pará, tendo exercido a função de Secretário Adjunto da Fazenda do Pará no Governo Ana Júlia.

PT 31 anos de lutas e vitórias.

Presidente da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, Puty vai ao TCE/PA

O presidente do TCE-PA, conselheiro Cipriano Sabino, recebeu em audiência na manhã desta segunda-feira 14, o deputado federal Cláudio Puty. Recém-nomeado presidente da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, Puty veio ao TCE com o objetivo de fazer uma visita de cortesia ao presidente da Corte de Contas e louvar pessoalmente, segundo ele, a iniciativa do TCE-PA em realizar um detalhado estudo sobre os impactos causados ao Pará pela Lei Kandir.
Ainda segundo o parlamentar, após tomar conhecimento do relatório feito pelos servidores da Corte de Contas sobre as perdas relativas a aplicação da Lei Kandir, ele fez questão de vir colocar-se à disposição da instituição nesta luta de todos os paraenses, e sugerir que o TCE, através do seu presidente e do seu corpo técnico, se associe a todos que farão parte de um grande debate sobre o assunto.
altCláudio Puty revelou que esta semana irá reunir-se com o ministro da Fazenda Guido Mantega, a quem apresentará o estudo realizado pelos técnicos do TCE após solicitação do presidente do tribunal. O deputado aproveitou para sugerir que o TCE colabore na proposta do projeto de defesa de reforma tributária que remeterá para aprovação na Câmara Federal.
Questões como a mudança da cobrança de ICMS na origem para o destino, entre outros aspectos, também serão incluídos no debate que propõe. As soluções que corrijam as distorções atuais desfavoráveis ao Pará, segundo o deputado, devem ser apresentadas suprapartidariamente, onde deve caber ao TCE um papel relevante. Este amplo movimento de apoio a reforma tributária abrangeria instituições públicas, universidades, sindicatos, classe empresarial e demais associações de classe.
“Considero muito positivas tanto a vinda ao TCE, quanto a proposta do deputado Puty. Da mesma forma que realizamos o estudo detalhado sobre as perdas causadas ao Pará pela Lei Kandir, como forma de auxiliar o governo estadual nessa luta que deve ser de todos os paraenses, também nos colocamos à disposição da bancada de parlamentares paraenses na Câmara Federal e no Senado da República para qualquer esclarecimento ou apoio nesse sentido. Inclusive, o próprio deputado Puty recebeu, tal qual cada um dos parlamentares federais e estaduais, uma cópia do estudo realizado pelos técnicos do tribunal”, destacou o presidente do TCE Cipriano Sabino.   
 

segunda-feira, 14 de março de 2011

Roda de Debate dia 14/03/2011

Tema de hoje: Reforma Tributária

19h no Sindicatos dos Bancários.

Com Puty Deputado Federal,

Raimundo Trindade (UFPA),

 Roberto Sena (Diesse).

2011 O cúmulo do fisiologismo !!

Leiam no Blog Franssinete Florenzano - Belém - Pará sua postagem (inclusive seus 40 comentários) sobre a vergonhosa matéria publicada pela revista Isto É que denuncia a farra que os tucanos fazendo no estado.

Isso serve para mostrar, para quem ainda tinha dúvida, que a eleição do Jatene sempre representou a opção do conservadorismo do estado pela manutenção do seu "Status quo". A aliança conservadora que foi formada tinha como tarefa combater não só o PT, mas principalmente as mudanças no "estado de arte" da forma como as "elites" se apropiam do Estado.

Fica aí evidenciado não só a prática do nepotismo cruzado, mas a teia de relacionamento que se formou entre os entes públicos, que coloca em xeque a autonomia dos poderes e seus respectivos deveres. O que se tem na realidade é a formação efetiva de uma rede de interesses com fins privados.

É muito importante que a blogosfera repercuta esse assunto, pois sabemos que a imprensa local faz parte dessa "teia" e nada dirá sobre o assunto.
Leiam abaixo a postagem da Franssinete.

Escândalo parauara
“Quando assumiu o governo do Pará, o governador Simão Jatene (PSDB) enviou mensagem à Assembleia Legislativa alertando para o rombo nas contas do Estado, anunciou o enxugamento da máquina e demitiu mais de mil assessores da gestão anterior. O que era para virar um exemplo de boa gestão, no entanto, ameaça tornar-se um escândalo. Em dois meses, a fim de acomodar interesses de diferentes setores, Jatene já deu posse a 450 novos assessores especiais, entre familiares de deputados aliados, de membros do Judiciário e de empresários amigos. O cúmulo do fisiologismo foi a entrega a Jatene de uma lista com a indicação de parentes de 12 desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado, que tem o poder de decidir sobre intervenção federal e pagamento de precatórios. A farra foi tanta que a OAB do Pará vai pedir ao Conselho Nacional de Justiça abertura de investigação sobre as nomeações do TJ. “Trata-se de um fato gravíssimo. Uma prática generalizada de nepotismo cruzado, uma troca de favores espúria”, afirma o presidente da OAB-PA, Jarbas Vasconcelos.

Até agora, a OAB já confirmou as nomeações de parentes de quatro juízes. É o caso, por exemplo, de Rosa de Fátima Queiroz das Neves, que vem a ser a mulher do desembargador Cláudio Augusto Montalvão Neves. Nomeada para o cargo de assessora do gabinete do governador, Rosa receberá salário de R$ 4 mil. Montalvão, por sua vez, já empregava no próprio gabinete a nora do governador, Luciana Lopes Labad Jatene. Na mesma linha, foram nomeadas as irmãs Karla Karime e Kamille Kelly Vasconcelos Guerreiro, filhas do desembargador Constantino Augusto Guerreiro, além de Lindalva Gonçalves de Araújo Nunes, ex-mulher do desembargador Rômulo José Ferreira Nunes, que foi presidente do TJ-PA.

Por nota, o governo do Pará deu uma explicação quase enigmática para justificar a nomeação de tantos parentes: “As relações de parentesco não são critério para a inclusão de profissionais na estrutura de governo, e a exceção dos casos de nepotismo, tampouco, para exclusão.” A bancada do PT na Assembleia Legislativa tem um projeto de lei para limitar a prática de nomeações, que começou em 1994 com o governo tucano de Almir Gabriel e seguiu anos a fio. Acontece que a própria Ana Júlia chegou a ter 1.500 assessores especiais, inclusive parentes de alguns desembargadores. Com telhado de vidro, será que a oposição terá interesse real em acabar com essa farra?”

(Matéria publicada na revista IstoÉ que está nas bancas).

Fonte : Blog do Cidade.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Prefeito de Manaus bate boca com desabrigados e diz, então morrer



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Um prefeito tem a obrigação de cuidar da população seja ela de onde for.

Esse senhor chamado Amazonino Mendes é um ignorante, debochado. Os representantes do Pará no Senado e na Câmara Federal devem entrar com uma representação no Ministério Público do Amazonas.

Em minha opinião, mandar alguém "morrer" por não ter condições de desocupar o local de risco é ser um preconceituoso, tanto de classe social e com relação ao nosso estado do Pará.

Note no final do vídeo que ele ainda faz deboche com a questão racial quando diz:

- Agora quem vai ocupar aqui é o “negão".

Esse cidadão deve desculpas a todos os paraenses e ao povo do Brasil. Ele precisa entender melhor sobre o papel do Estado, que influi diretamente na sociedade, pois a qualidade de vida é ter o mínimo de condições. Fatos como os ocorridos no Rio de Janeiro não teriam acontecido se houvesse política pública de habitação a esse povo que paga impostos como qualquer outra pessoa e que pelo fato de não ter estudo ou oportunidade, não merece esse tipo de tratamento.

O que me dá mais raiva é ver os nossos senadores, principalmente  os tucanos, um do "Açaí" e o pior de todos, o Brabo do Mário Couto, que gosta de cantar de galo bem ao seu estilo "bicheiro", não se pronunciarem sobre o ocorrido.

O Brasil e o Pará repudiam fatos como esses para com o povo. Resumindo:

- Isto e uma vergonha!

Com a palavra nossos governantes, senadores e deputados do Pará.

Quem deve, teme...

Domingo, 27 de fevereiro de 2011.


Na linha de ataque sistemático e infundado à minha pessoa, o jornal Diário do Pará de hoje abre como manchete de capa: Influência de poder/ Dossiê revela fraudes na Sefa. E na página 4, com base num dossiê, o jornal constrói uma matéria indutiva para que o leitor conclua meu envolvimento no presumível esquema de sonegação fiscal. Na embolada, o prefeito de Parauapebas e o grupo Leolar.

O tal dossiê não aparece na “reportagem” de uma página. O que a "reportagem" não diz é que até 2008, o chefe de Fiscalização da Sefa em Marabá era o irmão da deputada Simone Morgado, integrante da família Barbalho.


O jornal diz que tentou entrar em contato comigo, mas não conseguiu. No meu celular não consta nenhuma chamada do Jornal Diário do Pará. E a assessoria de imprensa do meu mandato não foi contatada, como seria o lógico.

Vou processar o jornal por mais essa calúnia e difamação que é recorrente contra a minha pessoa. Não tenho ficha corrida na polícia, nem processo penal. E ao contrário do chefe dessa máfia de comunicação local, fui secretário de Estado no governo Ana Júlia, do PT, e não saí do governo com rádio, TV, jornal embaixo do braço. Tampouco fui forçado a renunciar para não ser cassado e meu nome não é sinônimo de corrupção no Pará e no Brasil inteiro.


Não devo. Logo, não temo.

 
Já quem deve, teme. E por isso, talvez, tente tirar suas manchas e transferi-las pra mim. Em vão. Vou continuar firme meu trabalho como deputado federal e agora presidente da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Prefeito de Manaus diz a moradora - Minha filha então morra morra



tydyfifd

Prefeito de Manaus diz a moradora do Pará - Minha filha então morra morra


Um prefeito tem a obrigação de cuidar das população seja ela de onde for.
Esse senhorchamado amzonino e um ignorante, debochando, o nossos Deputados Federais do Pará devem seguir o exemplo de Claudio Puty que entrara com um representação no Ministério do Amazonas.
Na minha opinião manda alguém "morrer" por não ter condições de desocupar o local de risco e ser um preconceituoso pela classe social.
Note no final do video que ele ainda faz deboche com a questão racial quando diz:
_ agora quem vai ocupar aqui e o " negão".
Esse cidadão deve desculpas a todos os

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

DIFERENÇAS HOMENS x MULHERES


APELIDOS

- Se Adriana, Silvana, Débora e Luciana vão almoçar juntas, elas chamarão umas às outras de Dri, Sil, Dé e Lu.
- Se Leandro, Carlos, Roberto e João saem juntos, eles afetuosamente se referirão uns aos outros como Gordo, Cabeção, Rato e Negão.

COMENDO FORA

- Quando a conta chega, Paulo, Carlos, Roberto e João jogam na mesa R$ 20,00 cada um, mesmo sendo a conta apenas R$ 32,50. Nenhum deles terá trocado e nenhum vai ao menos admitir que quer troco - logo o troco será convertido em saideiras.
- Quando as garotas recebem sua conta, aparecem as calculadoras de bolso e todas procuram pelas moedinhas exatas dentro da bolsa.

FILMES

- A ideia que uma mulher faz de um bom filme é aquele em que uma só pessoa morre bem devagarzinho, de preferência por amor.
- Um homem considera um bom filme aquele em que muita gente morre bem depressa, se possível com balas de metralhadora ou em grandes explosões.

DINHEIRO

- Um homem pagará R$ 2,00 por um item que vale R$ 1,00, mas que ele precisa.
- Uma mulher pagará R$ 1,00 por um item que vale R$ 2,00, mas que ela não precisa.

BANHEIROS

- Um homem tem seis itens em seu banheiro: escova de dentes, pente, espuma de barbear, barbeador, sabonete e uma toalha de hotel.
- A quantidade média de itens em um banheiro feminino é de 756. E um homem não consegue identificar a maioria deles.

DISCUSSÕES

- Uma mulher tem a última palavra em qualquer discussão.
- Por definição, qualquer coisa que um homem disser depois disso, já é o começo de uma outra discussão..

FUTURO

- Uma mulher se preocupa com o futuro até conseguir um marido.
- Um homem nunca se preocupa com o futuro até que consiga uma esposa.

MUDANÇAS

- Uma mulher casa-se com um homem esperando que ele mude, mas ele não muda.
- Um homem casa-se com uma mulher esperando que ela não mude, mas ela muda.

DIVIDINDO

- Uma mulher dividirá seus pensamentos e sentimentos mais profundos com um completo estranho que lhe dê atenção.
- Um homem só dividirá seus pensamentos e sentimentos mais profundos quando questionado por um advogado artimanhoso, sob juramento, e mesmo assim, apenas quando isso puder diminuir a sua pena.

AMIZADE

- A mulher encontra com outra na rua: 'Nossa como você tá linda!!!'.
Quando viram as costas vêm o comentário: 'Nossa como ela tá gorda!'

- Um homem encontra com outro na rua: 'Fala seu gordo-careca-bichona!!!'.
Quando viram as costas vem o comentário: 'Pô, esse cara é gente fina!'